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	<title>rins policísticos &#8211; Dra. Irina Antunes</title>
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	<description>Especialista em Nefrologia</description>
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		<title>Rins policísticos podem evoluir para insuficiência renal crônica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 20:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cistos]]></category>
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					<description><![CDATA[Rins policísticos: o que é?  Também conhecidos como doença renal policística autossômica dominante (DRPAD), os rins policísticos são uma condição que se manifesta tanto em homens, quanto em mulheres, não importando a idade e a etnia.&#160; Ainda, os rins policísticos são caracterizados como um distúrbio de origem genética, de forma que acomete, aproximadamente, de 40&#8230; <br> <a class="read-more" href="https://nefroirinaantunes.com.br/rins-policisticos-podem-evoluir-para-insuficiencia-renal-cronica/">Leia mais</a>]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Rins policísticos: o que é? </strong></h4>



<p>Também conhecidos como doença renal policística autossômica dominante (DRPAD), os rins policísticos são uma condição que se manifesta tanto em homens, quanto em mulheres, não importando a idade e a etnia.&nbsp;</p>



<p>Ainda, os rins policísticos são caracterizados como um distúrbio de origem <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/tag/doenca-genetica/" data-type="post_tag" data-id="80">genética</a>, de forma que acomete, aproximadamente, de 40 a 1000 pessoas. </p>



<p>A principal característica dos<a href="https://nefroirinaantunes.com.br/tag/rins-policisticos/" data-type="post_tag" data-id="84"> rins policísticos</a> é a formação de diversas dilatações, parecidas com bolhas de diferentes tamanhos, em algumas partes do néfron. </p>



<p>Os <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/tag/nefrons/" data-type="post_tag" data-id="12">néfrons</a> são as partes dos rins responsáveis por <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/diminuir-o-consumo-de-sal-pode-prevenir-doencas-renais/" data-type="post" data-id="391">filtrar o sangue</a> e eliminar a <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/diabetes-pode-causar-infeccao-urinaria-de-repeticao/" data-type="post" data-id="407">urina</a>. Por isso, se prejudicados por conta dos cistos, causados pela doença renal policística autossômica dominante (DRPAD), diversos são os prejuízos para o paciente. </p>



<p>Isso porque, como o próprio nome já sugere, nos rins policísticos, apresenta-se o surgimento de múltiplos cistos.&nbsp;</p>



<p>O crescimento descontrolado destes cistos, que são pequenas bolhas cheias de líquido, acaba provocando o aumento do volume dos<a href="https://nefroirinaantunes.com.br/voce-sabe-quais-sao-as-funcoes-dos-seus-rins/" data-type="post" data-id="361"> rins</a>. </p>



<p>Além disso, os cistos tornam-se responsáveis pela destruição e substituição do tecido renal sadio, também levando à perda progressiva da <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/voce-sabe-quais-sao-as-funcoes-dos-seus-rins/" data-type="post" data-id="361">função renal</a>. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os sintomas da doença renal policística?&nbsp;</strong></h4>



<p>Por ser caracterizada como uma doença de progressão lenta, a doença renal policística autossômica dominante (DRPAD) costuma agir silenciosamente, durante anos.&nbsp;</p>



<p>Estima-se que, grande parte dos pacientes que são portadores desta doença, acabam não tendo consciência, e não recebendo o seu <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/uso-de-medicamentos-pode-causar-nefrite/" data-type="post" data-id="416">diagnóstico</a> ao longo de suas vidas. </p>



<p>Por conta disso, os sintomas dos rins policísticos tornam-se de conhecimento do paciente em fases tardias.&nbsp;</p>



<p>Isso porque, os cistos não causam sintomas até que estejam grandes, quando acabam causando dores ou se rompendo.&nbsp;</p>



<p>Além disso, os portadores desta doença genética podem apresentar cistos também em outros órgãos, como o pâncreas e o fígado, por exemplo. Contudo, não costumam causar muitos problemas, nem a perda de função.&nbsp;</p>



<p>Em 50% dos casos, os principais sintomas dos rins policísticos são a dor na lombar e o sangramento urinário episódico.</p>



<p>Entretanto, ainda pode-se apontar como sintomas da doença renal policística autossômica dominante (DRPAD):</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://nefroirinaantunes.com.br/dra-irina/" data-type="page" data-id="168">Hipertensão Arterial</a> </li><li>Perda de proteínas da Urina </li><li>Insuficiência Renal Crônica </li><li>Infecção urinária </li><li>Aneurisma cerebral </li><li>Cálculo renal </li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tenho rins policísticos, meus filhos vão ter também?</strong></h4>



<p>Como já mencionado, a síndrome dos rins policísticos é uma doença que tem origem genética. Além disso, é uma doença autossômica, fazendo com que, ao existirem casos na <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/quem-pode-fazer-transplante-renal/" data-type="post" data-id="412">família</a>, os familiares apresentem a chance de 50% de ter também os genes defeituosos.</p>



<p>Dentro dos pacientes que são acometidos pela doença renal policística autossômica dominante (DRPAD), 85% têm uma mutação no gene PKD1, que costuma provocar a doença de forma mais agressiva.&nbsp;</p>



<p>A mutação do PKD1 faz com que os cistos cresçam, maiores e mais rapidamente, nos rins. Por conta disso, este tipo de mutação pode levar os pacientes a perderem, completamente, a função renal por volta dos 55 anos de idade.&nbsp;</p>



<p>Já os 15% restantes,&nbsp; herdam a mutação no gene PKD2. Esta mutação, ao contrário da PKD1, é mais branda, e sua progressão acontece de forma mais lenta. Muitos são os pacientes que, sequer, tomam consciência da existência da doença.&nbsp;</p>



<p>Outros, acabam necessitando de <a href="http://hemodiálise" data-type="URL" data-id="hemodiálise">hemodiális</a>e depois dos 70 anos. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como é feito o diagnóstico da doença renal policística?</strong></h4>



<p>O diagnósticos dos rins policísticos normalmente é realizado através de uma ultrassonografia. Além dela, executa-se uma pesquisa referente aos genes PKD1 e PKD2. Contudo, como esta pesquisa nem sempre está disponível, a ultrassonografia torna-se o método mais utilizado. Ainda, se já houver algum caso da doença na família, todos os familiares de primeiro grau, com mais de 18 anos, precisam passar por uma investigação. </p>



<p>Por conta de uma das suas principais características ser o surgimento de cistos, vale destacar a diferença entre os rins policísticos, e a presença de <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/dra-irina/" data-type="page" data-id="168">cistos</a> simples nos rins, para garantir um diagnóstico correto. </p>



<p>Grande parte das pessoas idosas tem, pelo menos, um cisto simples nos rins, o que não caracteriza um caso da doença renal policística autossômica dominante (DRPAD).&nbsp;</p>



<p>Isso acontece em face do envelhecimento, e não costuma provocar nenhum tipo de repercussão clínica. O que não acontece no caso da doença renal policística, em que são apresentadas inúmeras bolhas nos dois rins.&nbsp;</p>



<p>A presença de cistos simples deve causar preocupações em casos em que se observa seu aparecimento em pacientes jovens, com menos de 30 anos, devendo-se ficar atento à história familiar com a doença renal policística.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como é feito o tratamento dos rins policísticos? </h4>



<p>Ainda não há uma cura, nem um tratamento eficaz para a doença renal policística autossômica dominante (DRPAD). Dessa forma, os esforços são direcionados a retardar o crescimento dos cistos.&nbsp;</p>



<p>Também se busca postergar a evolução para uma insuficiência renal terminal. Isso porque, os rins policísticos podem evoluir para uma insuficiência renal crônica, se não detectados o quanto antes.&nbsp;</p>



<p>A perda da função renal acaba acontecendo de modo lento, e só passa a ser detectável quando os cistos já estão em tamanhos consideráveis, e ocupando o lugar do tecido renal normal.&nbsp;</p>



<p>Uma das formas de identificar a&nbsp; insuficiência renal crônica é através da dosagem de creatinina sanguínea. Como também pela medição anual do volume renal, por meio da ressonância magnética.&nbsp;</p>



<p>Alguns são os fatores responsáveis pela evolução da doença, e a consequente perda renal:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://nefroirinaantunes.com.br/diabetes-pode-causar-infeccao-urinaria-de-repeticao/" data-type="post" data-id="407">Diabetes Mellitus</a></li><li>Baixo peso ao nascimento </li><li>Ácido úrico elevado </li><li>Presença de proteínas na urina </li><li>Sexo masculino </li></ul>



<p>Além desses fatores, pode-se apontar como o principal fator para a evolução da doença, de maneira a resultar na <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/quem-pode-fazer-transplante-renal/" data-type="post" data-id="412">insuficiência renal</a> terminal, a genética. </p>



<p>Desse modo, buscando retardar a evolução da doença renal policística, é muito importante manter o controle da pressão arterial, devido ao fato de que quanto mais alta a pressão, mais rapidamente a doença se desenvolve.&nbsp;</p>



<p>Aliando-se ao uso de medicamentos indicados para retardar a evolução da doença, também conta-se com a redução do <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/diminuir-o-consumo-de-sal-pode-prevenir-doencas-renais/" data-type="post" data-id="391">sal da dieta</a>, e a ingestão de bastante <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/retencao-de-liquidos-sinal-de-problema-no-rim/" data-type="post" data-id="387">líquido</a>, de forma a diminuir a progressão dos cistos. </p>



<p>Para os pacientes que desenvolveram insuficiência renal crônica terminal, apresentam-se duas opções: a diálise ou o transplante renal.&nbsp;</p>



<p>Sendo muito importante seguir as orientações do <a href="https://nefroirinaantunes.com.br/dra-irina/" data-type="page" data-id="168">médico</a>, e se atentar aos casos desta doença hereditária na família, de modo a realizar o acompanhamento frequentemente. </p>
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